domingo, 21 de novembro de 2010

Lei igual para todos!

Até quando teremos de conviver com uma constituição que não é respeitada? Se a lei é igual para todos porque não são punidos os crimes de colarinho branco e filhos de milionarios, como os que agrediram o jovem que caminhava tranquilamente pela avenida paulista, com duas lampadas fluorescentes e a mãe do agressor ainda achou tudo normal. Faça-me o favor, vamos educar nossos joven e punir pais omissos. Esperar o que de um País em que o presidente da republica não passa de um ignorante que apoia a violencia, que nao respeita leis e que enriqueceu as custas dos golpes milionarios e do maior sistema de corrupção do mundo.

Show do Paul McCartney

Um show historico do eterno ex-beatle, pena que a rede globo cortou mais da metade do show em sua transmissão. Só nos resta esperar que saia um DVD desta turne para podermos guardar e assistir por completo este espetaculo de um dos homens mais iluminado do pop rock e da musica mundial!


É, infelizmente e para mais um período ruim da democracia a Dilma ganhou e depois de 8 anos do PT no poder, roubando tudo que podia, agora vai continuar, com os 3 porquinhos, com zé dirceu, e toda a corja de ladroes, sequestradores, invasores de terras, guerrilheiros e até assassinos(lembrem do Toninho e Celso Daniel) no poder. Agora que se prepare a imprensa, que tera sua liberdade vigiada, pois todo aquele que falar mal do PT ou quiser mostrar a verdade será punido e caçado, como fez Palocci com o caseiro Francenildo. Um época triste para a historia do país, eleger uma ex-terrorista para presidir um pais democratico!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Fim da democaria e dos nossos direitos!


Não estou entendendo as pesquisas eleitorais que mostram o PT liderando em todas as disputas, ou as pesquisas mentem ou estão todos cegos. Que democracia é esta onde entregaremos o país a um bando de corruptos, ladroes, pessoas que não respeitam a democracia e que agem como marginais para poderem atingir seus objetivos? Que elejam a desconhecida Dilma, com seu curriculo assustador, mas que coloquem representantes de outros partidos para fiscaliza-la e mante-la dentro da lei. A democaracia consiste em termos representantes de diversos setores, facções e pensamentos e não entregar o País a um grupo que vem lesando o brasileiro de todos os lados. Vamos ficar atentos, pois estas eleições poderão levar-nos para o fim da democracia, o fim dos nossos direitos, o fim da liberdade de imprensa e o inicio de mais uma ditadura como na bolivia ou na venezuela. Vamos abrir os olhos ja!

O Verdadeiro PT


DORA KRAMER - O Estado de S.Paulo

De todos os casos cabulosos ocorridos no governo Luiz Inácio da Silva, o da quebra indiscriminada de sigilo fiscal na delegacia da Receita Federal em Mauá é o mais angustiante.

De Waldomiro Diniz à arquitetura de dossiês na Casa Civil na Presidência da República para atrapalhar o trabalho da CPI dos Cartões Corporativos; das urdiduras da direção do PT envolvendo empréstimos fraudulentos e desvios de recursos em empresas públicas (mensalão), à quebra do sigilo bancário de uma testemunha das andanças do ministro da Fazenda em uma casa de lobby de Brasília, todos tiveram objetivos específicos.

Pretendiam algo: Waldomiro, o homem encarregado pelo então chefe da Casa Civil, José Dirceu, de organizar as relações com o Congresso, cobrava propina de um bicheiro.

O dossiê com os gastos da Presidência quando ocupada por Fernando Henrique Cardoso pretendia (e conseguiu) inibir a atuação dos oposicionistas na comissão parlamentar de inquérito criada para elucidar as razões do aumento nos gastos dos cartões corporativos do governo todo e também para pedir acesso às despesas secretas da Presidência.

Os empréstimos simulados visavam a "lavar" dinheiro que financiava as campanhas eleitorais dos partidos aliados e mantê-los, por esse método, como integrantes da base parlamentar governista.

A quebra do sigilo do caseiro Francenildo Santos Costa na Caixa Econômica Federal deu-se com a finalidade de tentar desmoralizá-lo como a testemunha que desmentia o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, no caso da casa de lobby. Palocci negou no Congresso e em pronunciamento que frequentasse a tal casa e Francenildo, caseiro do local, atestava que o via sempre por lá.

Os personagens eram conhecidos e os episódios por mais nebulosos que fossem eram compreendidos. Dava para entender sobre o que versavam. Era corrupção e/ou política.

Agora, o que assusta é inexistência de uma motivação específica claramente definida, a amplitude das ações, a multiplicidade de alvos e a tentativa do governo de abafar o caso dando a ele uma conotação de futrica eleitoral.

Evidente que Dilma Rousseff sabe do que se trata quando ouve dizer que 140 pessoas tiveram o sigilo fiscal violado numa delegacia da Receita em cidade das cercanias de São Paulo.

Sabe que estamos diante de algo que pode ser qualquer coisa, menos o que alega: mero factoide, "prova do desespero" da oposição.

Como "mãe do povo", coordenadora do governo e responsável por tudo de maravilhoso que há no Brasil, Dilma deveria ser a primeira - depois do presidente Lula - a se preocupar com o fato de 140 cidadãos terem tido sua segurança institucional violada numa dependência do Estado.

No lugar disso, só faz repetir o mantra da candidata ofendida. Pode ser conveniente, mas não é um acinte?

Assim como soa a provocação ao discernimento alheio a proteção da Receita Federal aos investigados e a tentativa de "vender" a versão fantasiosa sobre a venda de sigilo no mercado negro de informações.

A atitude do governo alimenta a suspeita de dolo. Natural seria que as autoridades se levantassem em defesa da preservação dos direitos e garantias individuais.

Nesta altura, embora seja relevante, não é realmente o mais importante a filiação partidária dos agredidos.

Eduardo Jorge, Ana Maria Braga, Ricardo Sérgio, a família dona das Casas Bahia, tanto faz.

Foram eles, mas poderia ser qualquer um de nós. Quem, aliás, garante que não seremos os próximos a constar de um rol de pessoas vilipendiadas nas mãos de um Estado leviano?

A questão vai muito além do ato eleitoral, é um caso grave de insegurança institucional, pois não se sabe de onde vem isso, aonde vai parar, quem são os responsáveis, como agem e o que pretendem com essa manipulação que cassa a cidadania e espalha insegurança.

Digno. Aloizio Mercadante indigna-se com os modos - de fato indignos - de Tiririca no horário eleitoral, mas convive sem indignação com as indignidades de companheiros de "base" no Senado.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Mentiras, ate quando?

Até quando teremos de ouvir este presidente falacíloquo? Quando a oposição ira se manifestar e dizer que o plano econômico de maior sucesso no mundo e que resistiu a crise é de FHC do PSDB? Até quando irão esconder que o programa do bolsa familia foi instituido pelo PSDB, que a privatização das teles proporcionou o maior crescimento no uso de celulares e beneficiou toda a população brasileira, que a privatização de estatais evita golpes como o do Lula, que deu a Dilma o cargo de presidente do conselho da petrobras com salario de 1 milhão por mes, sem fazer nada. Que este governo petista, rouba, corrompe, crias altas taxas e impostos (martaxa), invade a privacidade de gente simples (FrancenildoxPalocci), mente, tenta a todo custo calar a imprensa, se une a politicos como Collor, Sarney, etc, mente, viaja mundo afora fazendo turismo com nosso dinheiro e ainda tem a coragem de dizer que arrumou o Brasil!!! Quero saber onde, afinal recebeu tudo pronto do governo anterior e ainda levou de quebra o Henrique Meirelles. Chega de mentiras, precisamos de uma oposição seria, antes que acabem com a democracia no país!

Lula foi contra o Bolsa Familia, do PSDB!


No dia 9 de abril de 2003, com o Fome Zero empacado, Lula fez um discurso no semi-árido nordestino, na presença de Ciro Gomes, em que disse com todas as letras que acreditava que os programas que geraram o Bolsa Família levavam os assistidos à vagabundagem. Querem ler? Pois não!

Eu, um dia desses, Ciro [Gomes, ministro da Integração Nacional], estava em Cabedelo, na Paraíba, e tinha um encontro com os trabalhadores rurais, Manoel Serra [presidente da Contag - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura], e um deles falava assim para mim: “Lula, sabe o que está acontecendo aqui, na nossa região? O povo está acostumado a receber muita coisa de favor. Antigamente, quando chovia, o povo logo corria para plantar o seu feijão, o seu milho, a sua macaxeira, porque ele sabia que ia colher, alguns meses depois. E, agora, tem gente que já não quer mais isso porque fica esperando o ‘vale-isso’, o ‘vale-aquilo’, as coisas que o Governo criou para dar para as pessoas.” Acho que isso não contribui com as reformas estruturais que o Brasil precisa ter para que as pessoas possam viver condignamente, às custas do seu trabalho.