quarta-feira, 30 de março de 2011

Turista com dinheiro do povo!


Beije bastante, afinal tem uma pergunta que não quer calar, que é a seguinte: O que o ex-prsidente e o maior turista do mundo com dinheiro publico, Sr. Lula, esta fazendo junto com a presidente Dilma em Portugal. Se é uma viagem oficial ele não deveria estar lá, afinal não está mais no poder e atualmente é um presidente de partido. Por que este homem esta viajando as custas do povo e acompanhando a atual presidente da república em viagens oficiais? Ta na hora do ministerio publico agir e fazer este dinheiro voltar aos cofres publicos. Não bastam os escandalos dos passaportes preferenciais a seus familiares, mensaloes, escandalos e agora a continuidade do turismo as custas do povo? Vá trabalhar e pare de gastar o dinheiro do povo! Como dizem no zorra, desapegue luiz inacio!

Adeus a José Alencar



"Não tenho medo da morte, tenho medo da desonra"! Esta frase memoravel do ex-vice-presidente José Alencar entra para a historia, pois em um governo de corruptos, mensaleiros e usurpadores ele se destacou pela integridade, pela sinceridade e jamais deixou de criticar a politica de juros do turista Lula. Fica aqui minha homenagem a este grande empresario e trabalhador, que enfrentou a doença com força e coragem e jamais se deixou abater e passar uma mensagem de otimismo! DESCANSE EM PAZ!

domingo, 27 de março de 2011

Ozzy Osbourne na Arena Anhembi em 2011


Para quem gosta do bom e velho rock, vem aí o lendario ozzy em mais um show na capital paulistana!

Ozzy Osbourne chega a São Paulo em 2 de abril de 2011, com uma explosão de rock na Arena Anhembi.

Ex-líder da banda Black Sabbath, Ozzy Osbourne volta ao Brasil após sua última visita em 2008. Dessa vez para apresentar ao público brasileiro o seu novo disco “Scream”.

Para tanto, o músico escolheu a Arena Anhembi para ser sede de seu show em São Paulo, que terá abertura da banda brasileira Sepultura. A expectativa é de reunir cerca de 35 mil pessoas no local.

Serviço – Ozzy Osbourne na Arena Anhembi
Data: 2 de abril de 2011
Local: Arena Anhembi
End.: Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana– Zona Norte – São Paulo
Ingressos: de R$ 200 a R$ 600 (possui meia-entrada)
Site: www.ticketsforfun.com.br

Rádio Estadão ESPN entra no ar neste domingo



A cada 15 minutos de programação, o ouvinte da nova Rádio Estadão ESPN terá um minuto de síntese com as notícias mais relevantes que estão rolando naquele momento da política ao esporte. Batizado de "Giro 15", esse minuto editorial quer virar uma marca da emissora ao demonstrar a agilidade de que é capaz. Algo viável graças ao corpo de 700 profissionais que trabalham no Grupo Estado e na ESPN Brasil e dão base ao projeto.

Com o mote "mais informação em menos tempo", a emissora entra neste domingo, às 8h00, no mercado radiofônico nas frequências AM 700 e FM 92,9. Assume seu posto no dial com o objetivo de acompanhar o público desde cedo, entre 5h30 e 9h30, a caminho do trabalho com a edição matutina do "Estadão no ar", ancorado pelos jornalistas Leandro Modé e Vanessa di Sevo. Depois, na volta para casa, entre 18h e 19h, entra a segunda edição do "Estadão no ar", comandada pelo jornalista Daniel Piza.

A perda do poder!!!

Pessoal,

Esta matéria esta no caderno Alias de hoje do estadão, tem uma primeira parte dela aqui, mas se quiserem continuar a leitura, segue o link:
http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,fantasmas-poderosos,697695,0.htm

Fantasmas e pesadelos costumam atormentar todos os que tiveram poder um dia. O universo dos "ex" é heterogêneo, mas nenhum deles dorme inteiramente em paz depois de ter entrado em contato com os prazeres que integram o cotidiano de um poderoso. Mesmo suas agruras e aborrecimentos são de um tipo especial. Viciam, causam dependência.


A maldição não perdoa ninguém, ainda que nem todos reajam do mesmo modo. Há os que sofrem em público e os que se recolhem, os discretos e os escandalosos, os que retomam a vida de antes e seguem em frente e os que não se conformam e não sabem o que fazer. Quanto mais alto o grau de poder, maior o problema. Quem já foi presidente da República tem mais dificuldade para assimilar a perda súbita ou anunciada de poder do que um chefe de seção desalojado do cargo.


O filósofo inglês Thomas Hobbes escreveu no século 17 que a tendência geral dos humanos era "um perpétuo e irrequieto desejo de poder, que cessa apenas com a morte". Segundo ele, isso acontecia não porque os homens buscassem um prazer sempre mais intenso, mas porque intuíam que a conservação e a ampliação constante do poder eram essenciais para que mantivessem o que possuíam. Maquiavel, na Itália, se inquietava diante da dificuldade para "determinar com clareza que espécie de homem é mais nociva numa república, a dos que desejam adquirir o que não possuem ou a dos que só querem conservar as vantagens já alcançadas". Não economizaria palavras: "A sede de poder é tão forte quanto a sede de vingança, se não for mais forte ainda". Idêntica preocupação teria Max Weber, que dizia que quem mexe com o poder faz um "pacto com potências diabólicas" e vai descobrindo que o bem e o certo nem sempre têm significado unívoco. O poder tem razões que a razão desconhece.


Alguém que deixa o poder defronta-se antes de tudo com o fantasma daquilo que perde: os rituais, a vida distinta, os mimos e mesuras dos subordinados, o conforto do palácio. Precisa se acostumar com os ruídos alheios e esquecer o som da própria voz. Há quem diga que sente certo alívio ao voltar ao anonimato e se libertar da agenda carregada, das liturgias cansativas, do excesso de exposição. Mas a ausência disso pode se assemelhar a uma crise de abstinência, que termina por levar o ex-poderoso à busca inglória de um lugar ao sol semelhante ao que desfrutava nos dias de fausto.

quinta-feira, 24 de março de 2011

'Deputado do PT me pediu dinheiro', diz Arruda à Justiça

O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (ex-DEM) afirmou à Justiça que o deputado distrital Chico Leite (PT) participou do esquema de corrupção revelado pela Operação Caixa de Pandora da Polícia Federal. É o primeiro parlamentar petista citado no escândalo. O iG obteve acesso a trechos do depoimento do ex-governador, prestado depois da eleição de 2010.

Arruda contou que Chico lhe pediu dinheiro em reunião realizada na casa do ex-procurador-geral do Distrito Federal Leonardo Bandarra. Ele é acusado de cobrar R$ 1,6 milhão de Durval Barbosa, delator do esquema. Em troca, o então procurador-geral tinha de blindar o governo contra investigações e fornecer informações privilegiadas. O petista confirma o encontro, mas nega ter sido beneficiado.

Deputado distrital em segundo mandato, Chico Leite é promotor de Justiça desde 1989 e colega de Bandarra no Ministério Público. Afastado do cargo, ele se elegeu pela primeira vez em 2003 pelo PC do B. Em 2006, migrou para o PT. Em 2010, tinha planos de se lançar candidato ao Senado.

“Eu tive vários encontros na casa dele (Bandarra), sempre chamado por ele. Eu diria que três ou quatro. Eu me recordo muito bem de dois. Um, onde estava o deputado Chico Leite pedindo dinheiro para campanha”, disse, de acordo com trechos do depoimento de Arruda à Justiça.

'Deputado do PT me pediu dinheiro', diz Arruda à Justiça

O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (ex-DEM) afirmou à Justiça que o deputado distrital Chico Leite (PT) participou do esquema de corrupção revelado pela Operação Caixa de Pandora da Polícia Federal. É o primeiro parlamentar petista citado no escândalo. O iG obteve acesso a trechos do depoimento do ex-governador, prestado depois da eleição de 2010.

Arruda contou que Chico lhe pediu dinheiro em reunião realizada na casa do ex-procurador-geral do Distrito Federal Leonardo Bandarra. Ele é acusado de cobrar R$ 1,6 milhão de Durval Barbosa, delator do esquema. Em troca, o então procurador-geral tinha de blindar o governo contra investigações e fornecer informações privilegiadas. O petista confirma o encontro, mas nega ter sido beneficiado.

Deputado distrital em segundo mandato, Chico Leite é promotor de Justiça desde 1989 e colega de Bandarra no Ministério Público. Afastado do cargo, ele se elegeu pela primeira vez em 2003 pelo PC do B. Em 2006, migrou para o PT. Em 2010, tinha planos de se lançar candidato ao Senado.

“Eu tive vários encontros na casa dele (Bandarra), sempre chamado por ele. Eu diria que três ou quatro. Eu me recordo muito bem de dois. Um, onde estava o deputado Chico Leite pedindo dinheiro para campanha”, disse, de acordo com trechos do depoimento de Arruda à Justiça.